terça-feira, 30 de junho de 2009

Arte Educação

O Caderno

Curso Prevenção ao uso de drogas - Gratis.

Estão abertas as Pré - inscrições para o Curso de Prevenção ao Uso de Drogas para educadores/as de escolas públicas - Edição 2009.

Sabemos que a prevenção ao uso do álcool, tabaco e outras drogas é uma das maiores preocupações da rede de ensino estadual. Assim, o Departamento de Educação Preventiva da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, sempre atento às oportunidades de atualização no tema, tem por hábito divulgar cursos e eventos que tratam do tema das drogas.
Voltado para professores/as, coordenadores/as e gestores/as de Escolas Públicas de Ensino Fundamental II e do Ensino Médio, o Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (SENAD) estão disponibilizando vagas para a participação no Curso de Prevenção ao Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas – Edição 2009.
O curso utilizará a metodologia de ensino à distância e terá a duração de quatro meses. A carga horária é 120h e, ao final, será emitido um certificado de Extensão Universitária pela Universidade de Brasília (UnB).
As pré inscrições estarão abertas até o dia 6 de julho de 2009 e poderão ser efetuadas no site: www.prevencao.mec.senad.gov.br
Mais informações poderão ser solicitadas por telefone ao Centro de Educação a Distância - CEAD/UnB - (61 3349-6007 - Ramal: 239), ou pelo e-mail prevencao@cead.unb.br.
Edison de Almeida
Chefe do Departamento de Educação Preventiva
Fone (11) 3158-4249 - Fax (11) 3158-4287

Conferência Intermunicipal de Educação


sexta-feira, 26 de junho de 2009

CURSO GRATUITO - MEC

MEC oferece curso gratuito para professores sobre prevenção ao uso de drogas

24/06 - 18:15Agência Brasil
Este artigo segue as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
BRASÍLIA - Professores, coordenadores e gestores de escolas públicas podem participar de um curso a distância sobre prevenção ao uso de drogas. A formação é destinada a educadores que trabalham com estudantes do ensino médio e da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental. Serão abertas 25 mil vagas. O curso é gratuito e oferecido pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB).
Os interessados devem fazer a pré-inscrição até 6 de julho pela internet. Cada escola deve formar um grupo de cinco profissionais que serão responsáveis pelo núcleo de prevenção ao uso de drogas e, ao final do curso, deverão apresentar um projeto para ser aplicado na unidade. As pré-inscrições devem ser feitas individualmente. Para participar, a escola precisa ter turmas das séries que são o foco do programa, além de acesso à internet.
O curso começará em agosto e terá duração de quatro meses, com carga horária de 120 horas. O participante receberá materiais didáticos, incluindo livros e DVDs a serem enviados para a escola em que ele trabalha. Uma equipe de tutores da UnB estará à disposição para tirar dúvidas e ajudar no diagnóstico da situação da escola e na elaboração do projeto final. Ao final do curso e após a elaboração do projeto, os educadores vão receber um certificado de extensão universitária expedido pela instituição.
Se a demanda for maior do que o número de vagas disponíveis, o MEC e a Senad selecionarão os participantes do curso com base em quatro critérios: ordem de inscrição, proporcionalidade por estados e regiões, equilíbrio de vagas para o ensino fundamental e médio e atuação da escola no desenvolvimento de ações de prevenção e promoção da saúde.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3340 8561 e 3349 6007 ou pelo correio eletrônico prevencao@cead.unb.br.

APRENDER A CONVIVER

APRENDE A CONVIVER
ROAELY SAYÃO

[...]MUITAS CRIANÇAS CHEGAM À ESCOLA SEM SABER COMO ESTAR COM OS PARES, COM OS ADULTOS E NO GRUPO
Um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), publicado na última semana, concluiu que o professor perde muito tempo para manter a ordem em sala de aula. Isso não é novidade para quem trabalha em escola, já que a indisciplina é um dos fatores que mais estorvam o ensino de qualidade.Suas causas são diversas. Em geral, a ausência da intervenção familiar e algumas características do próprio aluno ganham lugar de destaque ao analisarmos o fenômeno na escola. Vamos pensar a respeito do papel dos pais nessa questão.A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. "Espere sua vez para falar", "Não interrompa sua mãe" e "Fale mais baixo" são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favoreçam esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.Por fim: os professores não "perdem" tempo quando colocam ordem na sala de aula. Criar a ambiência positiva para o ensino é parte integrante da aula, afinal.
ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
rosely.sayao@grupofolha.com.br

terça-feira, 23 de junho de 2009

O problema não é meu.

domingo, 21 de junho de 2009

Ciberativismo

Com construir um Projeto com a ajuda do Cinema

sábado, 20 de junho de 2009

PIONEIRISMO E INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO

PIONEIRISMO E INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO
Paulo Renato Souza
O inconformismo diante do baixo nível do ensino público e a convicção de que é preciso inovar para que seja atendido o clamor da sociedade por uma educação de qualidade, inspiraram o Governo do Estado a lançar o programa Mais Qualidade na Escola. Seu foco principal é a qualificação dos professores - um dos grandes gargalos do sistema educacional. De forma pioneira, o programa cria a Escola de Formação dos Professores do Estado de São Paulo, na qual os professores aprovados em concurso público passarão por um curso de formação de quatro meses, com ênfase nas práticas pedagógicas a serem desenvolvidas em sala de aula. A partir de agora, para o ingresso na rede estadual do ensino, também será obrigatória a aprovação neste curso.O programa incorpora à política educacional de São Paulo a experiência de determinadas carreiras de Estado, que são verdadeiras ilhas de excelência. O Itamaraty, que tem um corpo de funcionários altamente qualificado, submete a um curso de formação os candidatos que passaram em concurso público. Esta fórmula também é aplicada na carreira de fiscais da Receita Federal e o Poder judiciário tem experiência semelhante, através da Escola da Magistratura. Não estamos inventando a roda. Apenas estamos trazendo para a Educação o que deu certo em outras áreas.A dura realidade nos obriga a ter a coragem de admitir que a formação inicial dos professores deixa muito a desejar. Não por culpa deles, mas das faculdades de Educação. Elas dão ênfase às teorias pedagógicas e esquecem o mundo real das salas de aula, razão pela qual não preparam nossos professores para a missão de ensinar aos alunos. Isto é verdade tanto para a formação dos mestres de 1ª a 5ª séries quanto para os que atuam na segunda metade do ensino fundamental e no médio. Para não ser omisso, é dever do Estado complementar esta formação, dando-lhe um caráter prático, como faremos agora com a Escola e o Curso de Formação dos Professores. Durante o curso, o Estado pagará 75% do salário inicial da categoria aos candidatos a professor.Há uma contradição entre os avanços ocorridos em diversos campos do nosso sistema educacional e a aprendizagem dos alunos, que continua sendo o nosso calcanhar de Aquiles. Em São Paulo, houve progresso no ambiente e nas condições materiais das escolas. Implantamos a cultura da avaliação e criamos estímulos ao bom desempenho escolar através da distribuição de um bônus financeiro. Mas ainda não houve o salto na qualidade da Educação. O programa Mais Qualidade na Escola veio para que seja superada esta contradição através da ampliação, formação e qualificação do corpo docente.Estamos focados nas salas de aula, na aprendizagem dos alunos. É isto que justifica outras medidas do novo programa, como a contratação, através de concurso público, de dez mil novos professores e o envio à Assembléia Legislativa de projeto para criar cinqüenta mil novas vagas na educação pública. Nosso objetivo é substituir parte significativa dos professores temporários por concursados. Os temporários continuarão a existir, mas serão submetidos a uma prova para a atuação na sala de aula. Isto não os diminui e não é nenhum desdouro submeter professores à avaliação. Os temporários que não passarem na prova e que estiverem ao abrigo da estabilidade da Lei da Previdência de São Paulo não serão expulsos da rede. Deverão ser aproveitados em outras funções e terão novas chances na prova do ano seguinte.Um dos empecilhos para estabilizar o quadro de professores nas escolas é a rigidez das atuais jornadas docentes. É difícil integrar uma jornada com professores efetivos em uma escola nas disciplinas com baixa carga horária, gerando-se daí uma das fontes para o grande número de temporários na rede. Por outro lado, é uma antiga reivindicação do Magistério a criação da jornada de 40 horas para os professores das primeiras séries e para os que lecionam nas matérias com ampla carga semanal. Para possibilitar o avanço necessário na estabilização do corpo docente nas escolas, o novo programa cria as jornadas de 40 horas de 12 horas semanais. Além de, inegavelmente, atender também a aspirações históricas dos professores, o programa Mais Qualidade na Escola tem objetivo central alcançarmos uma educação pública de qualidade que ofereça perspectivas de um futuro melhor para nossos jovens.

O papel das comunidades virtuais no aprendizado

O papel das comunidades virtuais no aprendizado

Por Alexandro Cruz


De acordo com pesquisa do Ibope/NetRatings realizada no segundo semestre de 2008, 43,1 milhões de pessoas - a partir dos 16 anos - possuem acesso à rede em ambientes diversos como lan houses, residências, bibliotecas e escolas. Dos números apontados, destaca-se o crescimento de internautas que usam Orkut e outras redes sociais no país. Mestre em gestão e produção em e-learning pela Universidade Carlos III, de Madri, a professora Sônia Bertocchi acumula reflexões e experiências pedagógicas no uso das redes sociais virtuais como incentivo à educação dos seus alunos.A educadora Sônia iniciou sua carreira como professora de língua portuguesa em uma escola pública e conta que o seu interesse pelas redes sociais surgiu quando ela começou a compreender como funciona o caráter multimídia da internet e sua linguagem hipertextual. Hoje é coordenadora de projetos colaborativos em comunidades virtuais de aprendizagem e de cursos online e ainda responsável pela Lousa Digital, um blog de educação. “Quando interagimos, isto é, quando estamos em rede, aprendemos mais, estabelecemos contatos, criamos relações, conhecemos mais”, diz.
Antes, as comunidades virtuais eram vistas como entretenimento e diversão. Hoje, podemos considerá-las como indispensáveis para o conhecimento humano?Fritjof Capra, em Teia da Vida, 1996, disse: "Sempre que olhamos para a vida, olhamos para redes”. Ou seja, a vida é organizada em redes. Nossa família é uma rede, nossa cidade, a empresa onde trabalhamos é uma rede e a escola é uma rede, daí a rede escolar. Todas essas redes se articulam e cada uma delas tem sua parcela em nosso crescimento humano. Da mesma forma, as redes sociais online.
De que forma as redes podem ser utilizadas como incentivo ao aprendizado dos alunos?Elas podem ser usadas como excelentes ferramentas em um projeto educativo, que privilegie ações em grupos/equipes, que exijam/estimulem as interações e a comunicação digital entre alunos e professores ou ainda entre alunos/professores e pessoas fora da comunidade escolar. Lembrando que sem um bom projeto pedagógico não há ferramenta que dê conta.
Para quem nunca utilizou esses sites como ferramenta educacional, como deve iniciar?Uma sugestão é se inscrever em uma comunidade virtual de aprendizagem (conheça as redes mais usadas no mundo) e participar das atividades propostas, explorar as ferramentas de interação, de publicação. Ou seja, interagir e analisar criticamente a experiência - os desafios, as dificuldades, os pontos fortes e os fracos, os ganhos e as lições aprendidas. Qual a diferença entre rede social e comunidade virtual?Na verdade, rede social é um novo nome para comunidade virtual. Um dos primeiros autores a usar a expressão "comunidade virtual" foi Howard Rheingold, que definiu: "As comunidades virtuais são agregados sociais que surgem da internet quando uma quantidade suficiente de gente leva adiante essas discussões públicas durante um tempo suficiente, com suficientes sentimentos humanos, para formar redes de relações pessoais no espaço cibernético”.
As comunidades realmente funcionam para o aprendizado?Existem exemplos exitosos de uso pedagógico de várias comunidades virtuais. Trata-se de dizer ao educador que ele precisa conhecer o potencial de cada uma delas, explorar sua natureza, seus objetivos, suas características e ver como podem ser eficientes no desenvolvimento da proposta pedagógica.
Como a senhora avalia as novas ferramentas, como a webtevê e o podcast, em relação ao uso para a educação?Essas ferramentas podem e devem ser integradas a projetos de educação. Sua utilização torna mais fácil o protagonismo do jovem. Ele passa de consumidor a produtor de conteúdo na internet.
Desde que a senhora decidiu utilizar as redes nas aulas, houve dificuldades em coibir o plágio ou mesmo a cópia indevida de trabalhos escolares de alguns alunos?Sim. Todos – alunos e professores – devem ter clareza sobre o que seja propriedade intelectual. Esse é um primeiro e importante passo para evitar problemas de desrespeito ao direito autoral quando são desenvolvidas atividades de busca e utilização da informação que está na web. Ao contrário do que muitos, ingenuamente, repetem, a internet não é uma “terra de ninguém".Apesar das redes virtuais serem positivas para o aprendizado, como a senhora - professora de língua portuguesa - analisa o crescimento do “internetês” nos textos dos jovens?Penso que não devemos eliminar. Como o nome diz, internetês é uma linguagem criada para ser usada na internet - nas ferramentas de comunicação digital, em uma situação em que digitar rápido é importante para manter a conversação animada. O que não pode acontecer é usar internetês ou o miguxês em um texto escrito para o professor, trabalho escolar, um relatório da empresa.
No seu ponto de vista, a interatividade recorrente na internet serve apenas para adquirir conhecimentos ou existe algo mais importante que ainda não foi descoberto por todos?As possibilidades de pesquisa, comunicação digital, publicação de conteúdos próprios e a atuação em redes são, a meu ver, as grandes contribuições da internet para a educação das pessoas. Acredito que essas novas tecnologias da informação e da comunicação ainda estão numa fase embrionária e que muita inovação está por vir com a web 3.0, ou web semântica.O que deve ser feito para que os alunos não se tornem dependentes unicamente das comunidades virtuais na hora de fazer uma pesquisa de escola?Diz um ditado popular que o tempo muda as coisas, mas diz também que, na realidade, quem tem de mudá-las é cada um de nós, com o tempo. O professor deve sempre oferecer/indicar várias fontes de pesquisa ao seu aluno - livros, jornais, revistas, cinema, TV, rádio e, principalmente, pessoas.
Saiba mais sobre as comunidades virtuaisBlog da professora Sônia Bertocchi: www.lousadigital.blogspot.comMapa das redes sociais: http://migre.me/MrhMídias Sociais: http://migre.me/Ms6Vídeo sobre Redes Sociais: http://migre.me/MsQ
Fonte: www.intitutoclaro.org.br

quarta-feira, 17 de junho de 2009

1º Seminário de Educação Básica de Sertãozinho

Convite

A Prefeitura Municipal de Sertãozinho através da Secretaria da Educação e da Administração está promovendo o 1º Seminário de Educação Básica.
As palestras estão acontecendo no Teatro Municipal Olympia Faria de Aguiar Adami e obedecerá o seguinte cronograma:
05/06 - Prof. Dr. Antonio Vivente Golfeto
17/06 - Prof. Dr. César Nunes
23/06 - Prof. Dr. Celso Vasconselos
29/06 - Prof. Dr. Lino de Macedo
01/07 - Prof. Dr. Gaudêncio Frigotto
06/07 - Profa. Dra. Eunice Duran
14/07 - Prof. Dr. Ubiratan D'Ambrósio

As palestras estão acontecendo as 14 hs.

O convite se estende a todos os Professores Coordenadores e a todos os professores da rede estadual.

Prof. Carlos César de Oliveira
Secretário Geral do Conselho Municipal de Educação

Atividades do Currículo de Educação Física

Plano de Aula Ensino Médio 2º ano ( Furlan e Ferrúcio) – 1º Bimestre

Tênis de quadra

Objetivos
• Adaptar espaços e materiais para a prática de tênis
• Democratizar o aprendizado da modalidade esportiva raramente praticadas na escola
• Apresentar e reelaborar regras

Conteúdos
• Jogo de tênis

Material
• CD sobre explicação do tênis
• Rede de voleibol
• Raquete originais e confeccionada pelos alunos

Desenvolvimento
1º Etapa: Apresentei o objetivo da aula e perguntei sobre o tênis ( mo que sabiam sobre o assunto, se já haviam praticado, regras, atletas, habilidades, etc);
2º Etapa: Passei o CD sobre esse esporte e expliquei sobre as regras, espaço, histórico, materiais e habilidades necessárias para esse esporte;
3º Etapa: Pedi que os alunos pesquisassem mais sobre o assunto e confeccionassem suas próprias raquetes;
4º Etapa: Fizemos votação pela raquete mais criativa ( 1º, 2º e 3º lugar);
5º Etapa: Fomos a quadra para que os alunos manuseassem e jogassem com raquetes oficiais.
6º Etapa: Os alunos reelaboraram as regras, espaço para que todos pudessem jogar;
7º Etapa: Foram feitos questionamentos do que deu certo o que não deu e o porque e registramos a atividade e a conclusão.



Profª MARIA RAQUEL DE LIMA


terça-feira, 16 de junho de 2009

África e suas grandezas. TV Cultura

Inscrições para o novo Enem estão aberta ate 17/07

Inscrições para novo Enem estão abertas até 17/7

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 está com inscrições abertas, somente pela internet, até 23h59 de 17 de julho (horário de Brasília, DF). É preciso preencher o cadastro e imprimir o comprovante de inscrição e o boleto de pagamento; a taxa custa R$ 35. Pessoas que tenham estudado em escolas públicas ou em instituições participantes do Encceja 2006, 2007 e 2008 têm isenção de taxa. Também terão isenção de taxa candidatos de baixa renda, bem como os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais. Para obter o benefício, é necessário fazer requerimento entre os dias 15 e 19 de junho, pela web. A relação dos isentos será divulgada até 3 de julho. Os comprovantes de inscrição estarão disponíveis via web até o dia 24 de julho. Estudantes que já finalizaram a escolarização básica em anos anteriores e estão interessados na certificação do ensino médio poderão se inscrever até as 23h59 do dia 19 de julho. Os comprovantes de inscrição desse grupo estarão disponíveis até 31 de julho.
Formato do exameA prova terá 180 questões e tempo de duração total de 10h, distribuídos entre os dias 3 e 4 de outubro. No primeiro dia de exame (3/10), haverá provas de ciências da natureza e suas tecnologias e, depois, ciências humanas e suas tecnologias. Nesse dia, os candidatos terão 4h30 para resolver as questões. No segundo dia (4/10), serão aplicadas a prova de linguagens, códigos e suas tecnologias, que inclui a redação, e a prova de matemática e suas tecnologias. Os estudantes terão 5h30 para a resolução dos exames.
Fonte: www.uol.com.br/educacao 16/06/2009

Elogios e críticas: importante saber dosar.

Elogios e críticas: é importante que os educadores saibam dosar
Por Içami Tiba
Um bom e merecido elogio eleva a alma, aumentando a auto-estima, enquanto uma severa crítica destrutiva congela a pessoa, minando a auto-estima.Tanto elogios quanto críticas chegam de outras pessoas, reforçando ou contrariando o que uma pessoa avalia de si mesma. Não costuma ser bem visto um autoelogio, mas uma autocrítica é estimulada em uma sociedade onde se pretende que as pessoas procurem melhorar sempre. Mas não há como impedir que uma pessoa sinta um bem estar quando faz algo que ela mesma aprove e aprecie. Raramente uma pessoa deixa de fazer uma autocrítica, principalmente quando ela tem o hábito de reavaliar a sua participação seja em onde e como for. Esta autoavaliação pode ser entendida como se a pessoa tivesse dentro de si um juiz que lhe avaliasse em cada pensamento, sentimento ou ação. Este juiz que habita o interior de todas as pessoas um dia já esteve fora. São os pontos de vista dos seus pais (professores, parentes ou quaisquer outras pessoas) que lhes sejam importantes e significativas. Se estas pessoas foram saudáveis educadores, isto é, souberam dosar bem os elogios e críticas, o juiz é bastante justo. Desenvolve-se o juiz interno como se desenvolve a língua que os circundantes usam.Em geral, pais muito severos que só criticam desenvolvem um juiz autocrítico severo, mas um fraco autoelogiador e pais que só elogiam desenvolvem um juiz permissivo que avalia como positiva qualquer ação que venha a praticar. Nem tanto à terra, nem tanto ao mar, mas neste caso, o equilíbrio não está no meio, mas o juiz ser mais crítico ou elogiador conforme a necessidade da própria criança a ser educada.Nem todas as crianças nascem iguais. Umas já nascem mais sossegadas e outras mais agitadas. Em geral as mais sossegadas aprontam menos, pois pensam antes de fazer e levam menos broncas que as agitadas que acabam fazendo sem pensar. Broncas e críticas a crianças mais tranqüilas tornam o seu juiz interno muito autocrítico. Elogios e afagos a crianças impulsivas constroem um juiz interno muito permissivo e quase delinqüente. Imaginemos o que acontece com uma criança que já tenha seu juiz interno mais crítico que elogiador receba do professor uma crítica, um apelido, uma gozação, uma ironia, ou uma desqualificação do professor durante a aula, ou dos colegas formadores de opinião fora da sala de aula... Há críticas que ajudam e outras que atrapalham. As que ajudam são as verdadeiras, mas critica-se a ação e não a pessoa. Chamar um aluno de "vagabundo" por não ter feito uma lição é julgar o aluno e não a sua falha.É preciso ter elevadíssima auto-estima para não se abalar com apelidos pejorativos colocados por colegas conhecidos e/ou conviventes.Existe em família um costume horrível: criticar a pessoa querida por desejar que ela melhore. Tão horrível quanto elogiá-la em tudo, mesmo que não mereça o elogio, pois, assim, pensam os elogiadores, "quem sabe ela melhore..." Isso pode acontecer com pais que por algum motivo acabam sendo professores dos seus próprios filhos. O que acontece com estes pais tem um nome: envolvimento emocional.Tanto o elogio quanto a crítica não devem ser sobrecarregados com outros significados além dos seus próprios. Assim, principalmente os educadores não devem misturar suas emoções, afetos, preferências e rejeições sobre seus elogios e críticas aos seus alunos, sob o risco de descaracterizar suas funções educativas.

Içami Tiba
Psiquiatra, educador e conferencista. Escreveu “Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos" e mais 22 livros.Site: www.tiba.com.br

Merende Escolar Para o Ensino Médio.

Lei garante merenda e transporte a alunos do ensino médio da rede pública no Brasil


O presidente em exercício, José Alencar, sancionou nesta terça-feira a lei que estende a merenda escolar e o transporte escolar ao ensino médio e à educação de jovens e adultos da rede pública. Medida provisória nesse sentido já havia sido assinada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os repasses já vinham sendo feitos aos Estados desde fevereiro.
Com a nova lei, o orçamento para alimentação escolar foi ampliado em R$ 400 milhões, totalizando R$ 2,1 bilhão, sendo que 30% deverão ser aplicados na aquisição de produtos da agricultura familiar.
Além dos 35 mil alunos de creches, pré-escola e ensino fundamental já atendidos pela merenda escolar, passam a ser beneficiados 9 milhões de estudantes do ensino médio e 3 milhões de alunos dos programas de educação de jovens e adultos.
No caso do transporte escolar, o montante previsto para este ano passou de cerca de R$ 300 milhões para R$ 460 milhões, alcançando todos os alunos do ensino médio e jovens e adultos de zonas rurais.
"Antes o ensino médio não tinha nada e havia uma grande evasão. Com isso, estamos fazendo com que o aluno do ensino médio continue sendo assistido", resumiu o presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), Daniel Balaban.
Outra novidade da nova lei é a ampliação do Programa Dinheiro Direto na Escola, que contará com R$ 1 bilhão este ano para manutenção de mais 30 mil escolas, totalizando 180 mil estabelecimentos de ensino público.
A nova lei será publicada amanhã (17) no "Diário Oficial da União".
Fonte: www.uol.com.br/educacao 16/06/2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Debate Sobre Formação de Professores

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Cildo Meireles

Documentário sobre Cildo Meireles realizado pelo jornalista e crítico Wilson Coutinho em 1979. Registro de alguns trabalhos do artista.

terça-feira, 9 de junho de 2009


A força da equipe (autor desconhecido)

Você se considera um bom membro de equipe? Na história da Humanidade, nunca se enfatizou tanto a importância do trabalho em equipe como nos dias atuais. A prática tem comprovado que o trabalho em equipe funciona. Não é outra a razão que leva um empresário a investir em cursos de burilamento para consolidar equipes eficientes e bem preparadas. Todavia, para que haja um bom resultado no trabalho de equipe, é preciso mudanças na intimidade do indivíduo que a compõe, de modo a melhorar a sua atuação, já que a equipe é o resultado da soma das características de cada um dos seus membros. Assim sendo, cabe a cada criatura, a busca do aperfeiçoamento individual, investindo em si mesmo para que possa ser um elemento útil no conjunto. Há algum tempo, valorizava-se muito a competência específica de cada um em particular, sem atentar para sua atuação dentro da equipe. Hoje em dia, entretanto, não basta ser um membro eficaz, é preciso ser um membro eficaz dentro da equipe. Em outras palavras, é preciso que se leve em conta os objetivos comuns do conjunto. Um jogador de basquete, por exemplo, pode ser muito bom nas jogadas individuais, mas, se não joga bem com o time, certamente o técnico escolherá outro menos eficiente que saiba dividir o jogo com o resto da equipe. Assim, cada indivíduo é uma engrenagem inteligente dentro do conjunto de realizações. Cada qual é peça importante para que se atinjam os objetivos estabelecidos pela equipe. Na construção de um edifício, todos têm que executar a sua parcela com muita responsabilidade e competência para que não resultem danos à obra. Desde o engenheiro, o arquiteto, o mestre de obras e o mais humilde pedreiro são importantes para se atingir um bom resultado no final da construção. Um tijolo mal colocado, uma viga malfeita, a massa mal preparada, um pequeno buraco deixado por descuido, podem ocasionar, ao longo do tempo, o desmoronamento do edifício. A vida em sociedade é Lei Divina. É por essa razão que até os animais buscam agregar-se para atingir os objetivos de sobrevivência. Geralmente, caçam em bandos, voam em bandos, organizam verdadeiras colônias, onde cada um exerce função específica dentro das necessidades comuns. Mais uma vez Jesus Se antecipou nos Seus ensinos, falando-nos do feixe de varas. Um feixe de varas é uma equipe coesa e homogênea. O que não quer dizer varas idênticas, mas unidas entre si. As varas possuem suas características individuais, e, ajustadas umas às outras tornam o feixe tão resistente que ninguém as pode quebrar. E se uma delas é retirada, todo o conjunto se desequilibra. Uma vez mais temos que reconhecer a sabedoria do Homem de Nazaré, pois quanto mais conhecemos os Seus ensinamentos, mais evidente se torna a Sua grandeza. * * * Se você quer realmente crescer, é preciso permitir que outros cresçam com você para lhe dar sustentação. Quando uma pessoa cai, muitos caem com ela. Mas quando alguém se levanta muitos se levantam também.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Cálculo Mental - Registro no Portfólio

Edital Enem 2009



INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E
PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
PORTARIA No- 109, DE 27 DE MAIO DE 2009
O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS
E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA -
INEP, no exercício de suas atribuições, conforme estabelece o inciso
VI, do art. 16, do Decreto no- 6.317, de 20 de dezembro de 2007, e
tendo em vista o disposto na Portaria MEC no- 438, de 28 de maio de
1998, que instituiu o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM),
alterada pela Portaria MEC no- 318, de 22 de fevereiro de 2001, e,
ainda, tendo em vista o disposto na Portaria MEC no- 391, de 07 de
fevereiro de 2002, e Portaria MEC no- 391, de 07 de fevereiro de
2002, e Portaria MEC no- 462, de 27 de maio de 2009, resolve:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Seção I
Da Introdução
Art. 1o- Fica estabelecida, na forma desta Portaria, a sistemática
para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio no
exercício de 2009 (Enem/2009) como procedimento de avaliação do
desempenho escolar e acadêmico dos participantes, para aferir o desenvolvimento
das competências e habilidades fundamentais ao exercício
da cidadania.
Seção II
Dos Objetivos
Art. 2o- Constituem objetivos do Enem:
I - oferecer uma referência para que cada cidadão possa
proceder à sua auto-avaliação com vistas às suas escolhas futuras,
tanto em relação ao mundo do trabalho quanto em relação à continuidade
de estudos;
II - estruturar uma avaliação ao final da educação básica que
sirva como modalidade alternativa ou complementar aos processos de
seleção nos diferentes setores do mundo do trabalho;
III - estruturar uma avaliação ao final da educação básica que
sirva como modalidade alternativa ou complementar aos exames de
acesso aos cursos profissionalizantes, pós-médios e à Educação Superior;
IV - possibilitar a participação e criar condições de acesso a
programas governamentais;
V - promover a certificação de jovens e adultos no nível de
conclusão do ensino médio nos termos do artigo 38, §§ 1o- e 2o- da Lei
no- 9.394/96 - Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB);
VI - promover avaliação do desempenho acadêmico das escolas
de ensino médio, de forma que cada unidade escolar receba o
resultado global;
VII - promover avaliação do desempenho acadêmico dos
estudantes ingressantes nas Instituições de Educação Superior;
Seção III
Da Participação
Art. 3o- A participação no Enem/2009 é de caráter voluntário,
a ele podendo submeter-se, mediante inscrição, os concluintes do
Ensino Médio no ano de 2009, os egressos deste nível de ensino em
qualquer de suas modalidades e todos cidadãos que na data de realização
da primeira prova, tenha no mínimo 18 (dezoito) anos completos.
§ 1o- A participação no Enem/2009 poderá substitui a certificação
de conclusão do Ensino Médio.
§ 2o- Todos aqueles que tenham realizado o Enem em anos
anteriores e o Exame Nacional para Certificação de Competências de
Jovens e Adultos - Encceja no período de 2006, 2007 e 2008, caso
tenham interesse, poderão inscrever-se novamente para participar do
Enem/2009.
§ 3o- Todos os participantes deverão se inscrever e realizar as
04 (quatro) provas por área de conhecimento e elaborar uma redação.
§ 4o- O Inep manterá em sua base de dados, por 05 (cinco)
anos, o registro de todos os resultados individuais dos participantes.
CAPÍTULO II
DAS INSCRIÇÕES
Seção I
Das Normas Gerais
Art. 4o- As inscrições para o Enem/2009 serão realizadas nas
seguintes modalidades: para os concluintes do Ensino Médio em 2009
e para os egressos deste nível de ensino, em qualquer de suas modalidades
e para os jovens e adultos que não concluíram o ensino
médio na idade própria.
§ 1o- Para se inscreverem, os interessados deverão preencher
o cadastro de inscrição, de forma eletrônica, responsabilizando-se por
todas as informações prestadas, ficando assegurado ao Inep o direito
de excluir do exame o interessado que não preencher o cadastro de
forma completa, correta e legível ou que fornecer dados comprovadamente
inverídicos.
§ 2o- Para a inscrição no Enem serão considerados os seguintes
documentos:
a) documentos de identificação original com fotografia ou
cópia autenticada, nos termos do art. 365, inciso III, do Código de
Processo Civil:
I - cédulas de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança
Pública, Forças Armadas, Polícia Militar e Polícia Federal;
II - cédulas de identidade para estrangeiros, expedidas pelo
Ministério das Relações Exteriores;
III - cédulas de identidade fornecidas por ordens ou conselhos
de classes que, por Lei, valham como documento de identidade;
IV - Carteira de Trabalho e Previdência Social, bem como a
Carteira Nacional de Habilitação com fotografia, na forma da Lei no-
9.503, de 1997 e;
b) documento original ou cópia, nos termos do art. 365,
inciso III, do Código de Processo Civil, que identifica o contribuinte
pessoa física perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil:
I - Número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), no campo
próprio da ficha de inscrição, o que facilitará o acesso aos dados
cadastrais, ao Boletim Individual de Resultados e inscrição ao Programa
Universidade para Todos (Prouni) do Ministério da Educação e
nos processos de seleção da Instituição de Educação Superior pública
ou privada.
§ 3o- Não serão aceitos como documentos de identificação:
protocolos, Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, Título
Eleitoral, Carteira Nacional de Habilitação em modelo anterior à Lei
no- 9.503/97, Carteira de Estudante, crachás e identidade funcional de
natureza pública ou privada, documentos ilegíveis, não-identificáveis
e/ou danificados, bem como, cópia autenticada ou não, de qualquer
dos documentos arrolados neste parágrafo.
§ 4o- Serão isentos do pagamento da inscrição os concluintes
do Ensino Médio, em qualquer modalidade, matriculados em instituições
públicas de ensino e todos os participantes do Encceja 2006,
2007 e 2008.
§ 5o- As inscrições dos concluintes de instituições privadas de
ensino, dos egressos e dos jovens e adultos que não concluíram o
Ensino Médio estão sujeitas ao pagamento da importância de R$
35,00 (trinta e cinco reais).
§ 6o- . O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição
não será devolvido em hipótese alguma, salvo em caso de cancelamento
do certame por conveniência da Administração Pública.
§ 7o- . Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de
inscrição, exceto para os candidatos amparados pelo Decreto no-
6.593, de 02 de outubro de 2008, publicado no Diário Oficial da
União de 03 de outubro de 2008.
§ 8o- . Estará isento do pagamento da taxa de inscrição o
candidato que:
a) estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais
do Governo Federal (CadÚnico), de que trata o Decreto no- 6.135, de
26 de junho de 2007; e
b) for membro de família de baixa renda, nos termos do
Decreto no- 6.135, de 26 de junho de 2007.
§ 9o- . A isenção deverá ser solicitada mediante requerimento
do candidato, disponível por meio do aplicativo para a solicitação de
inscrição, nos dias 15 e 19 de junho 2009, no endereço eletrônico
www.enem.inep.gov.br/inscricao, contendo:
a) indicação do Número de Identificação Social (NIS), atribuído
pelo CadÚnico; e
b) declaração de que atende à condição estabelecida no § 8o-
.
§ 10 O Inep consultará o órgão gestor do CadÚnico para
verificar a veracidade das informações prestadas pelo candidato.
§ 11 As informações prestadas no requerimento de isenção
serão de inteira responsabilidade do candidato, podendo responder
este, a qualquer momento, por crime contra a fé pública, o que
acarreta sua eliminação do exame, aplicando-se, ainda, o disposto no
parágrafo único do art. 10 do Decreto no- 83.936, de 06 de setembro
de 1979.
§ 12 Não será concedida isenção de pagamento de taxa de
inscrição ao candidato que:
a) omitir informações e/ou torná-las inverídicas;
b) não observar a forma, o prazo e os horários estabelecidos
no § 9o- do art. 4o- desta Portaria.
§ 14 Não será aceita solicitação de isenção de pagamento de
valor de inscrição via postal, via fax ou via correio eletrônico.
§ 15 A relação dos pedidos de isenção deferidos será divulgada
até o dia 03 de julho de 2009, no endereço eletrônico
http:// enem. inep. gov. br/ inscricao:
a) não haverá recurso contra o indeferimento do requerimento
de isenção da taxa de inscrição.
§ 16 Os candidatos que tiveram seus pedidos de isenção
indeferidos deverão, para efetivar a sua inscrição no exame, acessar o
endereço eletrônico http://enem.inep.gov.br/inscricao e imprimir o boleto
de pagamento, por meio da página de acompanhamento, para
pagamento até o dia 17 de julho de 2009, conforme procedimentos
descritos neste edital.:
a) o interessado que não tiver seu pedido de isenção deferido
e que não efetuar o pagamento da taxa de inscrição na forma e no
prazo estabelecido no § 16 do art. 4o- desta Portaria, estará automaticamente
excluído do exame.
Art. 5o- A inscrição do interessado implicará no conhecimento
e na aceitação formal das normas e demais disposições estabelecidas
nesta Portaria, em relação às quais não se poderá alegar
seu desconhecimento.
Seção II
Das Inscrições dos Concluintes
Art. 6o- As inscrições dos concluintes do Ensino Médio das
escolas publicas e privadas será admitida somente via Internet, no
endereço eletrônico http://enem.inep.gov.br/inscricao, solicitada no
período entre 08 horas do dia 15 de junho de 2009 e 23 horas e 59
minutos do dia 17 de julho de 2009, observado o horário oficial de
Brasília, DF.
§ 1o- Para realização das inscrições via Internet o Inep utiliza
os dados informados pelas escolas no Censo Escolar 2008. Os concluintes
matriculados nas escolas de Ensino Médio, públicas ou privadas,
que responderam ao Censo Escolar 2008 estão com seus dados
cadastrais no banco de dados do Inep Educacenso, os quais deverão
acessar o sistema de inscrição do Enem2009, atualizar os seus dados
cadastrais e residenciais, caso necessário, e escolher a cidade onde
será aplicado as provas do exame.
§ 2o- Para se inscrever via internet, o concluinte matriculado
em escola do Ensino Médio, pública ou privada, deverá adotar o
seguinte procedimento:
I - acessar a página da Internet http://enem.inep.gov.br/inscricao,
durante o período das inscrições;
II - preencher o cadastro de inscrição;
III - enviar os dados e verificar se a transferência foi concretizada,
mediante confirmação por mensagem de retorno, que será
enviada para o e-mail informado no cadastro de inscrição;
IV - o concluinte do Ensino Médio da escola pública deverá
imprimir, na seqüência, o comprovante de inscrição;
V - o concluinte do Ensino Médio da escola privada deverá
imprimir, na seqüência, o boleto para efetuar o pagamento em qualquer
agência de estabelecimento bancário, integrado ao Sistema Nacional
de Compensação, em dinheiro ou cheque da praça, no valor de
R$ 35,00 (trinta e cinco reais), ou solicitar isenção da taxa de inscrição,
nos termos do § 8o- , do art. 4o- , desta Portaria;
VI - a efetivação da inscrição somente ocorrerá após o recebimento
pelo INEP do comprovante de pagamento enviado pelo
Banco do Brasil;
VII - em caso de devolução do cheque, qualquer que seja o
motivo, considerar-se-á sem efeito a inscrição;
VIII - o pagamento de inscrição não será devolvido sob
nenhuma alegação;
IX - os comprovantes de inscrição dos participantes referidos
no inciso V estarão disponíveis, após sua efetivação, até o dia 24 de
julho de 2009, no endereço eletrônico http://enem.inep.gov.br/inscricao.
§ 3o- É de inteira responsabilidade do inscrito a obtenção e
guarda do comprovante da inscrição, não sendo aceito, para fins de
comprovação, nenhum dos impressos anteriores.
§ 4o- O Inep dispõe de infra-estrutura de informática adequada
para a realização das inscrições via Internet, bem como, a
consulta dos resultados. O Inep não se responsabilizará por solicitações
de inscrições não recebidas por motivos de ordem técnica
dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas
de transmissão, bem como outros fatores que impossibilitem a
transferência dos dados
Fonte: Site Ministério da Educação www.mec.gov.br

sexta-feira, 5 de junho de 2009

5º Festival de Teatro Estudantil de Sertãozinho


5º Festival de Teatro Estudantil de Sertãozinho.

a) A escola interessada em participar do Festival/2009 deve enviar a Ficha de Inscrição até 21
DE SETEMBRO
b) As fichas de inscrição deverão ser enviadas ao Teatro Municipal Profa. Olympia Faria de
Aguiar Adami, Praça Maurílio Biagi s/nº, Centro Sertãozinho, Telefone (16) 3942.4115, email:
culturasert@yahoo.com.br ou para a Casa da Cultura, Rua Expedicionário Lellis nº 1500,
Centro, Telefone (16) 3942.6953.
c) Um júri designado pela Comissão Organizadora do Festival, composto por figuras do meio
teatral e educacional, vai escolher os 3 melhores espetáculos, melhor ator, atriz, autor, figurino,
cenário e diretor.

REGULAMENTO DO 5º FESTIVAL DE TEATRO ESTUDANTIL
Capítulo I
DOS OBJETIVOS
Art.1º
O 5º Festival de Teatro Estudantil, promovido e organizado pelo Departamento de Cultura e
Turismo de Sertãozinho tem como objetivos:
· Ressaltar a importância da questão cultural no desenvolvimento educacional dos alunos;
. Fomentar o fazer teatral em todas as escolas da cidade;
· Identificar as experiências teatrais que estão sendo realizadas na Rede de Ensino;
· Propiciar o encontro dos diversos trabalhos desenvolvidos de modo isolado no interior das
escolas, estimulando o debate, o intercâmbio de informações e o aprimoramento de cada grupo.
Capítulo II
DAS INSCRIÇÕES
Art. 2º O presente Festival Estudantil é destinado às escolas públicas e privadas de Sertãozinho
e do distrito de Cruz das Posses.
Art. 3º Cada escola poderá inscrever apenas 01 espetáculo, com participação de alunos
regularmente matriculados, independentemente da série que estejam cursando, (poderão estar
reunidos, no mesmo elenco, alunos de ensino infantil, fundamental e médio) A direção do
espetáculo poderá ser realizada tanto por alunos como por professores ou profissionais em artes
cênicas.
Art. 4º A Escola interessada em participar do Festival de Teatro Estudantil deverá encaminhar
a Ficha de Inscrição, devidamente preenchida e assinada pela Diretora da respectiva escola ou
responsável.
Art. 5º Não serão aceitas inscrições após a data acima designada.
Capítulo III
DO FESTIVAL ESTUDANTIL
Art. 6º A participação no Festival Estudantil será composta de uma apresentação no Teatro
Municipal do espetáculo concorrente, no período compreendido entre os dias 05 e 10 de
outubro de 2009, com a presença da comissão julgadora nomeada pela organização do evento.
Art. 7º O espetáculo concorrente deverá estar disponível para uma apresentação que será
realizada no município, em praça pública ou outro espaço designado pela organização, no
período entre 05 e 10 de outubro.
Art. 8º As sessões deverão ser abertas ao público em geral.
Art. 9º As apresentações deverão ter duração de no mínimo vinte minutos, e, no máximo,
quarenta minutos, sendo penalizada, em quesito técnico, a escola que não observar estes limites
de tempo.
Parágrafo único: Haverá tolerância de até quinze minutos no horário previsto para o início das
sessões. Ultrapassado este limite, a escola ficará sujeita a perda de pontos em quesito técnico.
Art. 10º A escola participante se responsabilizará por todos os recursos necessários para a
montagem e apresentação do espetáculo, como figurino, cenário e sonoplastia.
Art. 11º Serão conferidos premiação e certificados, nas categorias concorrentes, às escolas
vencedoras.
Art. 12º Todas as Escolas inscritas no Festival Teatro Estudantil receberão certificado de
participação.
Capítulo IV
DOS JURADOS
Art. 13º O júri será composto por figuras destacadas no meio teatral e por personalidades
reconhecidas por seu trabalho na área de cultura e educação.
Art. 14º Caberá ao júri:
· Assistir a uma das sessões previstas dos espetáculos inscritos, no Teatro Municipal;
· deliberar sobre os critérios artísticos da seleção para a final, bem como para a premiação;
Art. 15º A decisão do júri é soberana e irrecorrível.
Capítulo V
DA PREMIAÇÃO
Art. 16º A divulgação dos vencedores e a cerimônia de entrega da premiação e do certificado
será em data a ser afixada oportunamente, até o dia 10 de outubro.
Á escola vencedora será disponibilizado o serviço de um profissional de Artes Cênicas por 03
meses sem custo para a escola que realizará oficinas de desenvolvimento de técnicas teatrais.
Capítulo VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 17º Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora.
FICHA DE INSCRIÇÃO
ESCOLA:
ENDEREÇO:
CEP:
TELEFONE: FAX:
DIRETOR(A) RESPONSÁVEL:
ESPETÁCULO:
AUTOR:
IDADE E SÉRIE A QUE PERTENCE: _____
DIRETOR(A):
IDADE E SÉRIE A QUE PERTENCE: _______
FIGURINISTA:_______________________________________________
IDADE E SÉRIE A QUE PERTENCE: _______
DATA E HORÁRIO DA SESSÃO NA ESCOLA: _____
ELENCO (Nome, idade e série): _________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
•INFORMAÇÕES ADICIONAIS (caso julgue necessário):
Declaro ter tomado conhecimento do regulamento do 5º FESTIVAL DE
TEATRO ESTUDANTIL DE SERTÃOZINHO e me comprometo à dele
participar, observando as regras estabelecidas no referido documento.
Sertãozinho, de _____________ de 2009.
______________________________________
Nome e assinatura do (a) Diretor (a) da escola

Resolução SE 30 - Saresp 2009

Resolução SE - 30, de 30-4-2009
Educação
GABINETE DO SECRETÁRIO
Dispõe sobre a realização das provas relativas ao Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado
de São Paulo - Saresp 2009
O Secretário de Estado da Educação, considerando que:
• o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo, como instrumento de
avaliação externa das unidades escolares, oferece indicadores de extrema relevância para a tomada
de decisões dos educadores nos níveis central, regional e local;
• a importante adesão das escolas das redes municipal e particular às provas do Saresp, amplia a visão
da situação das escolas paulistas;
• a avaliação externa das escolas paulistas de diferentes redes de ensino viabiliza efetuar comparações
entre os resultados do Saresp e aqueles obtidos pelas avaliações nacionais, como SAEB e Prova
Brasil;
• os resultados do Saresp, por comporem o IDESP - Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado
de São Paulo -,se constituem, em nível de unidade escolar, em importantes indicadores da melhoria
qualitativa da oferta de ensino oferecido, resolve:
Art. 1º - A avaliação do Saresp 2009 abrangerá , obrigatoriamente, todas as escolas da rede estadual e
todos os alunos do ensino regular matriculados na 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e na 3ª
série do Ensino Médio, além dos alunos das escolas municipais e particulares que aderirem à avaliação.
Parágrafo único - Para as escolas que implantaram o Ensino Fundamental de nove anos serão avaliados
os alunos do 3º, 5º, 7º e 9º anos desse nível de ensino.
Art. 2º - Em se tratando das redes municipal e particular de ensino, a participação das escolas dar-se-á
por manifestação de interesse por meio de Formulário de Adesão e conforme cronograma e
procedimentos constantes do Anexo I que integra esta resolução.
§ 1º - Na rede municipal, conforme disposto no Decreto nº 54.253/2009, o Governo do Estado assumirá,
por meio da Secretaria da Educação, as despesas referentes à aplicação da avaliação, devendo, para
tanto, a prefeitura:
1. assinar convênio com a Secretaria da Educação/Fundação para o Desenvolvimento da Educação,
observadas as instruções formais do referido decreto;
2. assegurar a participação de todas as unidades escolares do município que oferecem ensinos
fundamental e ou médio regular.
§ 2º - Na rede particular, em atenção a Deliberação CEE nº 84/2009 e respeitados os procedimentos e os
prazos estabelecidos na presente resolução, a respectiva entidade mantenedora, na conformidade do
número de alunos que participarão do processo avaliatório, assumirá as despesas, mediante contrato a
ser firmado com empresa prestadora de serviço, cujo valor será calculado de acordo com o número de
alunos a serem avaliados, multiplicado pelo valor custo-aluno.
§ 3º - A adesão de que trata o caput deste artigo implica em participar do processo com todos os alunos
de todos os períodos das séries envolvidas, desde que possuam no mínimo 20 (vinte) alunos por série
avaliada em cada escola.
Art. 3º - No caso da rede estadual de ensino, observado o disposto no artigo 1º a avaliação envolverá,
inclusive, alunos das Classes de Aceleração, de Recuperação de Ciclo e de PIC Programa Intensivo de
Ciclo.
§ 1º - Os alunos das séries envolvidas realizarão as provas na escola e nas classes que vêm
freqüentando no ano em curso;
§ 2º - Os alunos das séries e modalidades de ensino que não serão objeto de avaliação do Saresp 2009
darão continuidade às respectivas atividades regulares.
Art. 4º- Observadas as séries e níveis de ensino de que trata o artigo 1º desta resolução, a avaliação visa
a aferir o domínio das competências e habilidades básicas previstas para o término de cada série a ser
avaliada e consistirá de provas da(s) seguinte(s):
I - disciplinas: Língua Portuguesa e Matemática, respectivamente, nos dias 10 e 11 de novembro de
2009, a serem aplicadas nos períodos da manhã, tarde e noite, a todos os alunos das redes de ensino
que participarão do processo avaliativo.
II - área de Ciências Humanas (História e Geografia ) no dia 12 de novembro, a ser aplicada
exclusivamente para os alunos da 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio das
escolas da rede estadual de ensino.
Art. 5º - As provas terão a seguinte constituição:
I - para a 2ª série do Ensino Fundamental, questões predominantemente abertas de Língua Portuguesa e
de Matemática;
II - para a 4ª, 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental e 3ª série do Ensino Médio, questões de múltiplaescolha
para cada disciplina avaliada e uma proposta de redação para Língua Portuguesa.
§ 1º - As propostas de redação compreendem: para a 4ª série um relato de experiência pessoal vivida;
para a 6ª série a produção de uma carta pessoal e para a 8ª série e 3ª série do Ensino Médio um artigo
de opinião.
§ 2º - Serão aplicados diferentes tipos de cadernos de prova para cada uma das séries e respectivas
disciplinas.
Art. 6º - A prova será aplicada obedecendo ao que segue:
I - no horário de início regular das aulas adotado pelas escolas, conforme consta nos Anexos II e III, que
integram a presente resolução;
II - com duração mínima de três horas, tanto no primeiro quanto no segundo e, quando for o caso , no
terceiro dia da avaliação;
III - na 2ª série do Ensino Fundamental, por professores da 1ª ou 2ª série, da própria escola, em turmas
diversas daquelas nas quais lecionam;
IV - nas demais séries dos ensinos fundamental e médio, por aplicadores externos à escola contratados
pela empresa prestadora de serviço;
Parágrafo único: O processo da aplicação das provas nas escolas será acompanhado por:
1 - representantes de pais de alunos, sob coordenação do diretor da escola;
2 - fiscais externos da empresa prestadora de serviço contratada que terão a responsabilidade de zelar
pela transparência do processo avaliativo e garantir a uniformidade dos padrões utilizados na avaliação.
Art. 7º - Caberá ao Diretor da unidade escolar:
I - organizar a escola para a aplicação nos dias previstos no artigo 4° da presente resolução, informando
a população sobre a interrupção do atendimento ao público em gera l nos dias das provas;
II - divulgar, junto à escola e comunidade, as condições, datas e horários de realização das provas,
cuidando do cumprimento dos procedimentos formais;
III - assegurar a presença dos alunos das séries avaliadas nos dias de aplicação do Saresp;
IV- indicar, em consenso com o Conselho de Escola, três representantes de pais, por período, para
acompanhar a avaliação;
V - organizar o processo de aplicação das provas da 2ª série do Ensino Fundamental;
VI - receber os aplicadores externos e encaminhá-los às turmas de alunos das séries que serão avaliadas.
Art. 8º - Caberá ao Dirigente Regional de Ensino:
I - designar um supervisor de ensino ou professor coordenador da oficina pedagógica, para a função de
coordenador de avaliação;
II - zelar pelo cumprimento dos procedimentos e orientações necessárias à realização do processo de
avaliação;
III - divulgar, junto às escolas e a comunidade, as datas e procedimentos referentes à avaliação;
IV - destacar, junto aos diretores das escolas, por intermédio do supervisor de ensino, a necessidade e
importância da presença dos alunos nos dias da avaliação;
V - garantir o sigilo absoluto das informações contidas nos cadernos de provas, adotando medidas
seguras nas etapas de armazenamento e distribuição;
VI - informar, aos diretores das escolas, da presença dos fiscais especialmente contratados, responsáveis
por acompanhar a aplicação das provas nas escolas;
VII - organizar plantão para esclarecimento de dúvidas, na Diretoria de Ensino, nos dias de aplicação das
provas;
VIII - dar suporte aos representantes dos municípios e escolas particulares para exercerem a supervisão
de todo o processo avaliativo e orientarem suas equipes escolares na aplicação dos procedimentos
avaliativos estabelecidos pela SEE/SP;
IX - decidir sobre casos não previstos na presente resolução.
Art. 9º - Caberá ao Coordenador de avaliação do SARESP da Diretoria de Ensino e da Secretaria Municipal
de Educação:
I - promover reuniões de orientação com os diretores das escolas e demais profissionais envolvidos no
processo;
II - elaborar o Plano de Aplicação das Provas e divulgá-lo para os diretores da região;
III - organizar e coordenar o recebimento e a distribuição dos materiais necessários para a realização da
avaliação;
IV - organizar o acompanhamento da aplicação das provas, assegurando, nesses dias, a presença nas
escolas de profissionais da Diretoria de Ensino;
V - orientar o plantão de dúvidas.
Art. 10 - Para o desenvolvimento das atividades relacionadas à realização do Saresp das escolas da rede
municipal e particular de ensino, a Secretaria da Educação adotará as providências cabíveis à aplicação
do Saresp.
Art. 11 - Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas baixar as instruções complementares
à presente resolução.
Art. 12 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as Resoluções SE
nºs 75/2008 e 84/2008.
Publicado no DOE de 01/05/2009, Poder Executivo – Seção I – pp. 20 e 21

terça-feira, 2 de junho de 2009

Elaborando relatórios reflexivos

Sabemos hoje que não basta ler obras pedagógicas para mudar o olhar que lançamos sobre a sala de aula, e, sobretudo, sobre nossa ação como professores. Para que se modifiquem as ações, se compreendam as contradições para que se alterem as rotas da formação é preciso muito mais.
“Formar-se é entrar em diálogo para reconsiderar suas próprias representações à luz das dos outros” e, na perspectiva metodológica a escrita é sem duvida, um valioso instrumento para se consolidar este dialogo. É através da elaboração de relatórios reflexivos que pretendemos “manter viva a engrenagem de escrever e refletir sobre o que se faz”.
A idéia é que o ato de escrever relatórios sirva como reflexão e organização de seu processo, que permita avançar para além daquilo que se pensava antes de escrever e que, longe de ser um instrumento burocrático, represente de fato um avanço intelectual.
É preciso que alguns pontos sejam refletidos. Inicialmente, contextualizar a situação, ou seja, dar uma breve descrição do andamento do trabalho. Pode-se também configurar uma questão discorrendo sobre um tema relevante, cujo foco deve abarcar questões sobre um conteúdo ou metodologia.
Deve contemplar especificação de duvidas, problemas e dificuldades. Socialização de boas soluções e avanços percebidos ou desenvolvimento de algum tema que tenha sido relevante para o seu desenvolvimento profissional.
Devem ser sintéticos, o que não significa superficiais. Devem passar por uma revisão do autor, considerando que será lido por alguém. Durante as reuniões podem ser socializados, bem como tematizados.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Com atuação voltada à aprendizagem e à formação dos educadores, o coordenador pedagógico afina o time de docentes da escola


Não sei se você gosta de futebol. Eu sou um grande fã e, por mais que a ideia pareça um pouco gasta, resolvi iniciar este texto cometendo a imprudência de comparar a escola com uma equipe do esporte. Começo pelos jogadores - alunos, professores, funcionários - e pela torcida - os pais, a comunidade, todos os dirigentes da Educação e a sociedade, muitas camisas incentivando para que o gol da aprendizagem aconteça. Esse timaço não joga sozinho. Precisa de um presidente - no caso da escola, o diretor. Referência de reflexão e planejamento geral, é quem define as decisões mais gerais (o presidente negocia patrocínios, o diretor constrói o Projeto Político Pedagógico e estabelece parcerias), dialoga com a torcida (se o presidente recebe as organizadas, o diretor cuida da articulação com a comunidade) e zela pela agremiação (em seu "clube", o diretor faz a gestão administrativa, de aprendizagem, do espaço e da equipe).
Mas um time só com presidente seria meio capenga. Equipes de sucesso exigem um profissional que não apenas mergulhe na história do esporte, mas que esteja antenado com as principais novidades na área. Que domine a arte e a ciência do jogo não apenas para chamar a equipe à unidade, estimule-a quando toma um gol inesperado - "Exatamente quando estávamos jogando tão bem!" - ou a modere quando algum jogador se exalta. No futebol, essa pessoa é o técnico. Na escola, é o coordenador pedagógico. Para ser bem exercida, a função de coordenador supõe um enorme conhecimento do conjunto da escola. Quem são os alunos? Quais turmas apresentam maior dificuldade (e em quais disciplinas)? Como trabalham os professores? Quais necessitam de maior auxílio na formação em serviço? O que os estudantes estão aprendendo - e o que estamos fazendo para ajudar aqueles que ainda não chegaram ao nível desejado? Como se vê, o foco desse profissional aponta fortemente para a gestão da aprendizagem e para a formação dos professores. Isso inclui dominar algumas coisas que nenhuma faculdade ensinou a ele: saber como o currículo foi desenhado, quando e como se articulam as áreas do saber e quais os modelos de avaliação disponíveis. Apesar de não ser uma tarefa fácil, ela é indispensável. É justamente o conhecimento das diferentes disciplinas, de seus objetivos, de suas propostas de recuperação, da bibliografia adotada e das metodologias propostas que conferirá a ele a respeitabilidade dos professores. Isso exige muito estudo. Vejo duas grandes perguntas a respeito da atuação do profissional. A primeira: o que, exatamente, ele tem de saber? Eu diria que a boa notícia é que ele não precisa entender de tudo. Sua função primordial é procurar formas de ajudar os professores de todas as disciplinas a avançar. A primeira edição da revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR traz um excelente exemplo de como esse auxílio acontece na vida real. A reportagem Documentos em Ordem mostra como a coordenação pedagógica pode orientar a equipe de professores na produção e montagem de portfólios, registros, pautas de observação, diários de aula e notas, registros fundamentais para o trabalho de qualquer docente. A segunda pergunta: como (e onde) conseguir esses conhecimentos? Os caminhos são diversos: uma boa visita às livrarias da cidade, uma exploração atenciosa do acervo pedagógico na biblioteca do bairro, programas de formação oferecidos pelas Secretarias e outras instituições e a participação em seminários e congressos - com o compromisso evidente de socializar as informações principais para os demais profissionais da escola. Assim, o coordenador vai constituindo sua figura como um parceiro e um orientador do trabalho docente. Para isso tudo, o coordenador tem meios de atuação difusos: a presença nas atividades pedagógicas que alunos e professores promovem, a conversa individual com os docentes e a direção, as apresentações de trabalhos, as organizações de estudos do meio, as visitas e as festas, o material que ele torna disponível na sala dos professores, os avisos que deixa no quadro e até mesmo a sala do cafezinho. Mas ele conta ainda com um momento privilegiado. É o chamado Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC), período de formação em serviço durante o qual seu "jeitão" aparece e se consolida. Ali, o coordenador desenvolve seu máximo trabalho: fazer com que os professores, os verdadeiros craques do time escolar, brilhem (porque são as estrelas e, afinal, cabe a eles preparar as aulas, trabalhar duramente com centenas e centenas de alunos, corrigir provas e trabalhos, extenuar a voz para ser ouvido e ainda readequar suas aulas ao seu plano inicial). No HTPC, o coordenador ilumina o trabalho dos docentes, colocando-os como o centro do processo de ensino e aprendizagem: o que cada um deles faz de melhor? O que precisa aprofundar, estudar mais, trocar com os colegas? É possível, por exemplo, levar para esse horário uma prova tão boa, concebida por um dos integrantes da equipe, que mereça ser estudada pelos colegas. Atitudes assim põem em relevo a liderança do coordenador pedagógico. Não se trata, aqui, de liderança como imposição, mas como prestação de serviço, que junta as partes dispersas, evidencia as coisas boas, participa do dia-a-dia, avalia rumos, dá ideias com base nas necessidades, estimula práticas criativas de alunos e professores e apoia o diretor para cumprir sua tarefa de construir caminhos para a escola junto com a comunidade. Para retornar à metáfora futebolística, ele é um dos que mais ajudam a bola a correr bem redonda no gramado. Como o técnico, pode até não entrar em campo nem levantar o troféu, mas, sem ele, não existe time campeão.

Fernando José de Almeida
É filósofo, docente da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e vice-presidente da TV Cultura - Fundação Padre Anchieta.