Sabemos hoje que não basta ler obras pedagógicas para mudar o olhar que lançamos sobre a sala de aula, e, sobretudo, sobre nossa ação como professores. Para que se modifiquem as ações, se compreendam as contradições para que se alterem as rotas da formação é preciso muito mais.
“Formar-se é entrar em diálogo para reconsiderar suas próprias representações à luz das dos outros” e, na perspectiva metodológica a escrita é sem duvida, um valioso instrumento para se consolidar este dialogo. É através da elaboração de relatórios reflexivos que pretendemos “manter viva a engrenagem de escrever e refletir sobre o que se faz”.
A idéia é que o ato de escrever relatórios sirva como reflexão e organização de seu processo, que permita avançar para além daquilo que se pensava antes de escrever e que, longe de ser um instrumento burocrático, represente de fato um avanço intelectual.
É preciso que alguns pontos sejam refletidos. Inicialmente, contextualizar a situação, ou seja, dar uma breve descrição do andamento do trabalho. Pode-se também configurar uma questão discorrendo sobre um tema relevante, cujo foco deve abarcar questões sobre um conteúdo ou metodologia.
Deve contemplar especificação de duvidas, problemas e dificuldades. Socialização de boas soluções e avanços percebidos ou desenvolvimento de algum tema que tenha sido relevante para o seu desenvolvimento profissional.
Devem ser sintéticos, o que não significa superficiais. Devem passar por uma revisão do autor, considerando que será lido por alguém. Durante as reuniões podem ser socializados, bem como tematizados.
“Formar-se é entrar em diálogo para reconsiderar suas próprias representações à luz das dos outros” e, na perspectiva metodológica a escrita é sem duvida, um valioso instrumento para se consolidar este dialogo. É através da elaboração de relatórios reflexivos que pretendemos “manter viva a engrenagem de escrever e refletir sobre o que se faz”.
A idéia é que o ato de escrever relatórios sirva como reflexão e organização de seu processo, que permita avançar para além daquilo que se pensava antes de escrever e que, longe de ser um instrumento burocrático, represente de fato um avanço intelectual.
É preciso que alguns pontos sejam refletidos. Inicialmente, contextualizar a situação, ou seja, dar uma breve descrição do andamento do trabalho. Pode-se também configurar uma questão discorrendo sobre um tema relevante, cujo foco deve abarcar questões sobre um conteúdo ou metodologia.
Deve contemplar especificação de duvidas, problemas e dificuldades. Socialização de boas soluções e avanços percebidos ou desenvolvimento de algum tema que tenha sido relevante para o seu desenvolvimento profissional.
Devem ser sintéticos, o que não significa superficiais. Devem passar por uma revisão do autor, considerando que será lido por alguém. Durante as reuniões podem ser socializados, bem como tematizados.
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